Unindo o conhecimento da Koppert na produção de insumos biológicos e a experiência da Jacto no desenvolvimento de equipamentos e tecnologias de aplicação, as empresas se unem para elaborar em conjunto ferramentas que facilitem a adoção do manejo integrado de pragas e do controle biológico pelo agricultor brasileiro.

A parceria se dará via SPARCBio – São Paulo Advanced Research Center for Biological Control -, centro de pesquisa e inovação voltadas para o manejo biológico, lançado no início deste ano pela Koppert Biological Systems, FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, e Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP), com investimentos conjuntos de R﹩ 20 milhões. “A partir de agora, a Jacto vai investir R﹩ 1 milhão na construção da sede do SPARCBio, instalado na ESALQ, em Piracicaba, e também fará parte das linhas de pesquisa no desenvolvimento de soluções de tecnologia de aplicação de macro e microbiológicos”, explica a vice-diretora do SPARCBio, Renata Morelli.

De acordo o diretor comercial da Koppert, Gustavo Ranzani Herrmann, essa parceria é muito importante para fomentar a pesquisa e o desenvolvimento de novas ferramentas de agricultura de precisão, que vão promover uma adoção mais simples, segura e econômica do controle biológico. “Jacto e Koppert entrarão com conhecimento técnico para o desenvolvimento de equipamentos e serviços que favorecerão a adesão do agricultor às tecnologias e também vão permitir que o manejo integrado de pragas seja mais conhecido e difundido entre os produtores.”

Para Fernando Gonçalves, Presidente da Jacto, a parceria reforça uma das propostas de valor da empresa que é justamente a busca por inovações, produtos e serviços que possam contribuir efetivamente para uma agricultura competitiva e sustentável. “A construção dessa parceira contribui para um ecossistema mais forte. Os agricultores têm buscado cada vez mais tecnologias alternativas, entre elas o uso de produtos biológicos, com o objetivo de aumentar a produtividade e reduzir perdas e custos de produção, além da redução de impactos ambientais. Esse é um alinhamento para todos os nossos produtos, do pequeno ao grande produtor. Com as tecnologias da agricultura de precisão cada vez mais assertivas e orientadas a atender às demandas desse cenário, toda cadeia se fortalece”, avalia Gonçalves.

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