Cinquenta anos após sua primeira vitória no Rali de Monte Carlo de 1971, a Alpine retornou à prova que é considerada a joia da coroa do calendário do Campeonato Mundial da FIA de Ralis. Apesar das condições traiçoeiras e imprevisíveis, os cinco Alpine A110 Rally que fizeram a largada cruzaram a linha de chegada, dominando as categorias FIA R-GT e de duas rodas motrizes.

Vitoriosa desde seu retorno ao campeonato mundial de ralis no mês passado, no ACI Rally Monza, a Alpine ressurgiu como um verdadeiro monumento do automobilismo esportivo neste fim de semana.

Conhecido por suas condições atípicas que podem reunir chuva, neve, gelo e neblina na mesma etapa especial, o Rali de Monte Carlo continua sendo um dos eventos de maior prestígio do calendário internacional.

Temido por todos, seus desafios permitiram que a Alpine se consolidasse como uma lenda, primeiro com a vitória de Jacques Feret com o Alpine A108, em 1964, depois com o sucesso de Ove Andersson com o Alpine A110 1600S, em 1971, e, finalmente, a tripla vitória dos Alpine A110 1800, abrindo o placar do Campeonato Mundial de Ralis, em 1973.

Apesar do itinerário adaptado às condições do toque de recolher e uma edição organizada sem a participação do público, o 89º Rali de Monte Carlo cumpriu todas suas promessas, oferecendo aos concorrentes o maior número possível de dificuldades no 110º aniversário do evento.

Largando após algumas dezenas de veículos com quatro rodas motrizes, os Alpine A110 Rally de Manu Guigou-Alexandre Coria, Raphaël Astier-Frédéric Vauclare, Cédric Robert-Matthieu Duval, Pierre Ragues-Julien Pesenti e Philippe Baffoun-Arnaud Dunand rapidamente se depararam com estradas mais difíceis do que nunca.

Indiferentes às condições, os Alpine A110 Rally dominaram a categoria de duas rodas motrizes desde as duas primeiras etapas especiais disputadas em meio à lama na quinta-feira, antes de demonstrar suas qualidades e seu potencial, na sexta-feira úmida e no sábado com neve e gelo.

As etapas especiais do domingo se mostraram ainda mais traiçoeiras, mas todas as cinco equipes conseguiram evitar as últimas armadilhas do percurso, chegando ao Principado de Mônaco graças à impressionante dirigibilidade do modelo concebido e desenvolvido pela Signatech Automobiles.

Em seu primeiro Rali de Monte Carlo, Manu Guigou levou o Alpine A110 Rally à vitória na categoria R-GT e de duas rodas motrizes, terminando em 22º lugar na classificação geral. Líder da categoria R-GT desde a ES2, o francês venceu à frente de Raphaël Astier, Campeão FIA R-GT em 2018, e de Cédric Robert. Apesar de ser menos experiente que seus pares, Pierre Ragues e Philippe Baffoun também se classificaram confortavelmente no top 50.

Graças às suas performances impressionantes, a Alpine pode merecidamente comemorar o 50º aniversário de sua primeira vitória na classificação geral, conquistada em Monte Carlo em 1971. Nesta edição, a marca demonstra mais uma vez que sucesso rima com confiabilidade, já que os cinco Alpine A110 oficialmente inscritos na corrida cruzaram a linha de chegada!

“Cinquenta anos após a histórica vitória de Ove Andersson nesta prova mítica, não poderíamos ter sonhado com um retorno mais belo do que este para a Alpine em Monte Carlo. Manu Guigou apresentou uma performance espetacular, o que recompensou sua fidelidade, já que o piloto faz parte do projeto Alpine A110 Rally desde o início, enquanto que Raphaël Astier foi apresentando maior regularidade durante toda a prova. Além das performances coroadas com uma segunda vitória em tantas aparições em campeonatos mundiais, temos o grande orgulho de que todas as equipes presentes na largada cruzaram a linha de chegada, apesar das condições dantescas e épicas. Não foi nada fácil enfrentar chuva, neve, lama, gelo e neblina, mas os cinco pilotos souberam calcular os riscos para enfrentar os desafios, graças à confiança encontrada ao volante do Alpine A110. Isso demonstra mais uma vez a impressionante dirigibilidade do Alpine A110 Rally, mesmo nos terrenos mais difíceis”!, afirmou Philippe Sinault, Diretor da Signatech.

Renault do Brasil.

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